<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1408299449030105700</id><updated>2012-03-06T19:44:05.308-03:00</updated><title type='text'>AmorDireito</title><subtitle type='html'>Mediação Familiar Positiva - Terapia Individual do Afeto</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://amor-direito.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1408299449030105700/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amor-direito.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rodrigo Marthinez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03936116728908610783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_LLkThUmrlpU/S3dvp54g8PI/AAAAAAAAAIU/FM2XS24q818/S220/foto.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1408299449030105700.post-4090367155834320588</id><published>2012-02-16T03:37:00.004-02:00</published><updated>2012-03-04T23:44:44.388-03:00</updated><title type='text'>Aplicações da Mediação Familiar e da Terapia Individual do Afeto</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A &lt;strong&gt;Mediação Familiar&lt;/strong&gt; pode ser aplicada em três áreas específicas:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;I. Casais;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;II. Familiares;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;III. Sucessória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Aplica-se no primeiro caso, a&amp;nbsp;casais em fase de divórcio que pretendam resolver pendências relativas à guarda dos filhos e à divisão de bens, com vistas ao estabelecimento de uma relação amigável e pacífica para o futuro de todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Aplica-se, no segundo caso,&amp;nbsp;a&amp;nbsp;familiares, pais e filhos, irmãos e outros membros da família, envolvidos em pendências relativas à habitação, sociedade empresarial ou questões patrimoniais, com vistas à pacificação das relações familiares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Aplica-se, no terceiro caso,&amp;nbsp;a familiares que necessitem amparo às questões decorrentes da perda do ente familiar querido e suporte para a mediação&amp;nbsp;sucessória e as negociações relativas às pendências decorrentes da partilha dos bens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;A &lt;strong&gt;Terapia Individual&lt;/strong&gt; pode ser aplicada a:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;I. Atendimento individual visando o acompanhamento individual dos procedimentos de Mediação Familiar;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;II. Atendimento individual visando à terapêutica de questões&amp;nbsp;afetivas envolvendo relacionamentos&amp;nbsp;e situações familiares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1408299449030105700-4090367155834320588?l=amor-direito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1408299449030105700/posts/default/4090367155834320588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1408299449030105700/posts/default/4090367155834320588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amor-direito.blogspot.com/2012/02/tipos-de-atendimentos-em-mediacao-e.html' title='Aplicações da Mediação Familiar e da Terapia Individual do Afeto'/><author><name>Rodrigo Marthinez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03936116728908610783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_LLkThUmrlpU/S3dvp54g8PI/AAAAAAAAAIU/FM2XS24q818/S220/foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1408299449030105700.post-5323668633327201231</id><published>2012-01-15T00:12:00.005-02:00</published><updated>2012-03-04T23:30:46.048-03:00</updated><title type='text'>Liberdade, Mediação e Privacidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A Liberdade civil é uma conquista cidadã histórica. Dentro das liberdades civis emergem o princípio da “autonomia privada” e o princípio da “privacidade”. A “autonomia privada” permite ao cidadão regular seus próprios interesses de maneira reservada sem qualquer participação do Estado nessa decisão, desde que as pessoas sejam capazes, o objeto do acordo seja lícito, possível e determinável e que a forma seja aquela estabelecida e não proibida em lei.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Com a “autonomia privada” nasce a idéia de liberdade contratual (com + trato), na qual o acordo de vontades é supremo e faz lei entre contratantes, de maneira que ao Estado cabe reconhecer o contrato e fazê-lo cumprir, em caso de inadimplemento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;A mediação nasce dentro dessa idéia de liberdade contratual, privacidade e autonomia privada, ao permitir que as partes, em comum acordo negociado de vontades, criem soluções para os conflitos apresentados, cujo conhecimento só a elas interessa saber e resolver. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Para tanto, a mediação familiar garante um espaço privado de negociação e facilitação do acerto. O mediador familiar é um técnico habilitado ao auxílio de ambas as partes, interagindo e auxiliando na busca de uma solução pacífica para o melhor para todos, de maneira rápida, eficaz, de baixo custo e com sigilo profissional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Desse modo, o mais importante na proposta da mediação é a possibilidade do acordo privado, que somente ocorrerá por livre disposição dos interesses das partes, de maneira a atendê-las em suas demandas negociadas. Ou seja, a decisão do conflito cabe exclusivamente à decisão privada das partes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Outrossim, o atendimento personalizado do mediador familiar permite, na esfera emocional, a possibilidade de auto-expressão das partes, em demonstrar suas necessidades e realizar os ajustes e concessões que achar possíveis para a resolução do conflito. Isso ocorre porque o princípio do “afeto” é um dos pilares do trabalho mediativo. Especificamente na mediação familiar, o princípio do “afeto” significa a busca por pacificidade íntima, com vistas a liberar as partes de uma situação de conexão emocional e energética desequilibrada, devido ao conflito instalado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Em suma,&amp;nbsp;a mediação familiar é uma opção a ser pensada quando o conflito envolve assuntos de cunho pessoal, íntimo e emocional, para o qual uma demanda judicial seria&amp;nbsp;inconveniente à privacidade do grupo familiar. Nesse sentido, a mediação pode colaborar para que, no âmbito familiar, especialmente envolvendo casais ou aspectos sucessórios em família, as partes sejam as únicas a saberem e a decidirem sobre as situações&amp;nbsp;existentes, envolvendo a privacidade e o afeto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1408299449030105700-5323668633327201231?l=amor-direito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1408299449030105700/posts/default/5323668633327201231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1408299449030105700/posts/default/5323668633327201231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amor-direito.blogspot.com/2012/01/liberdade-mediacao-e-privacidade_15.html' title='Liberdade, Mediação e Privacidade'/><author><name>Rodrigo Marthinez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03936116728908610783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_LLkThUmrlpU/S3dvp54g8PI/AAAAAAAAAIU/FM2XS24q818/S220/foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1408299449030105700.post-4796130776922466006</id><published>2012-01-14T23:55:00.003-02:00</published><updated>2012-01-25T04:00:05.143-02:00</updated><title type='text'>Fases da Relação e Terapia</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Formar um casal, encontrar alguém especial com quem dividir os sonhos, desejos e prazeres talvez seja o mais sublime momento de alteridade na vida de um ser humano. Pode-se dizer isso porque a relação que se estabelece entre um casal é um vínculo embasado somente no afeto, em concessões, em cumplicidades espontâneas, contínuas e diárias. Isso diferencia a relação do casal das demais relações de família, as quais surgem por vínculos biológicos, eternos e insubstituíveis.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A situação do casal é um estado de permanente re-significação, uma permanente aprendizagem, de avaliação bilateral deste vínculo. Assim, a duração do vínculo depende da vontade dos envolvidos, num campo de subjetividades e complexidade amplo, a cada dia reconstruído.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por isso, manter uma relação de casal, por meio de casamento, união estável, união do mesmo sexo, namoro, ou tantas outras possibilidades, requer dedicação, que só é recompensada se o prazer decorrente da relação estiver acima de qualquer fardo ou anulação dela decorrente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Esse é o conteúdo do verbo amar, motor da alteridade fundada num processo de contínua aprendizagem. Em se tratando de sentimentos, de vida a dois, nada é tão fácil, nada é simples, tudo envolve um grande conjunto de variáveis possíveis intra e externas. Gerenciar essa complexidade é responsabilidade do casal, ao terapeuta envolvido, cabe o papel de facilitador, de mediador, para que o melhor aconteça dentro das possibilidades existentes.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No início de toda relação, a aproximação de duas pessoas é geralmente marcada pela admiração com que se observa o outro. Esse desejo por estar, no plano consciente, ligado à estética do outro, à sua intelectualidade, candura, alegria,&amp;nbsp; gentileza, profissão, situação social etc. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas é no plano inconsciente que o vínculo de afinidades é formado. Esse vínculo é ancestral e multifatorial e não há uma causa única passível de ser discriminada como orientadora da nossa busca por afeto. Daí que amar é algo extremamente individualizado e inconsciente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Simploriamente, o amar começa no momento do encontro, pois é a partir daí que os conteúdos conscientes e inconscientes&amp;nbsp;irão embasar a atração por aquela determinada pessoa. Mas serão os elementos inconscientes, muitas vezes não sabidos pelo casal, os quais irão influenciar a sorte ou o fracasso dessa nova relação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Contra esse determinismo inconsciente,o casal faz, desde o início, a sua própria dinâmica de ajustes e concessões entre partes. Isso ocorre gradualmente, no transcorrer das vivências, momento em que acordos expressos e implícitos são aceitos e passam a ditar o equilíbrio da relação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não há como se medir a duração dessa &lt;u&gt;fase contratual autopacificadora&lt;/u&gt;, que pode durar por toda a vida. Há casais que passar uma vida juntos e são capazes de fazer os ajustes necessários (concessões e reciclagens) à manutenção de sua homeostase (equilíbrio), até muito tempo depois das bodas de ouro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O problema ocorre quando esse sistema contratual falha ou perde seu poder de atuação, as crises ganham gravidade e os pontos de alarme da relação são ativados. Entende-se como ponto de alarme, o momento de crise em que a ausência de prazer ou desprazer da relação transcende o prazer. Nesse estágio, a satisfação obtida na relação é menor do que o estresse causado por aquela convivência e o sistema de ajustes e concessões começa a perder seu efeito por essa ausência de motivação(prazer)na sua realização. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Inicialmente, os pontos de alarme podem gerar as defesas da relação, voltadas à tentativa do reestabelecimento do equilíbrio. Os indícios do início dessa &lt;u&gt;fase das defesas da relação&lt;/u&gt; podem ser diversos, pois o casal em crise irá utilizar-se inconscientemente de recursos externos para evitar a crise. Dentre esses recursos, para manter a relação e evitar a ausência de prazer ou o desprazer da relação estão: a) subterfúgios ou fugas subjetivas: inclusão de um terceiro na relação (novo filho, amante, trazer a sogra para morar junto); b) subterfúgios ou fugas objetivas: focar-se no trabalho, no excesso de alimentação, no uso de drogas, consumismo, viagens. Tais defesas podem retardar por anos e décadas o enfrentamento das dificuldades do casal e acabar por forçá-los a entrar, futuramente, na última fase da relação: &lt;u&gt;fase do recomeço&lt;/u&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A última das fases representa a acentuação da ausência de prazer ou do desprazer do casal, com o relacionamento. As medidas de defesa não mais surtem o efeito de “abafar” as crises e o casal passa então a viver em permanente ou em recorrente crise de convivência. Nem mesmo os mecanismos de defesa da fase anterior surtem mais efeitos, pois ambos, ou somente um dos integrantes do casal, acaba por eleger a relação enquanto o problema maior de sua vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Esse é o momento crítico da relação e requer que o diálogo sincero seja estabelecido, até em respeito por tudo o que foi positivamente construído conjuntamente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Numa relação construída em raízes sólidas, essa será a hora em que o respeito mútuo será necessário e colocado à prova, momento em que o casal poderá avaliar a oportunidade de iniciar um acompanhamento terapêutico visando a separação ou a reciclagem do relacionamento. Nesse sentido e em ambos os casos, a fase da separação sempre será também a fase do recomeço. Recomeço para ambos, ao decidirem manter o vínculo, redefinindo criativamente novos desafios e formas de relacionar-se, ou a iniciarem novos caminhos individuais em suas vidas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1408299449030105700-4796130776922466006?l=amor-direito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1408299449030105700/posts/default/4796130776922466006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1408299449030105700/posts/default/4796130776922466006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amor-direito.blogspot.com/2012/01/fases-da-relacao-e-terapia_14.html' title='Fases da Relação e Terapia'/><author><name>Rodrigo Marthinez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03936116728908610783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_LLkThUmrlpU/S3dvp54g8PI/AAAAAAAAAIU/FM2XS24q818/S220/foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1408299449030105700.post-1041152557570939221</id><published>2012-01-10T00:31:00.009-02:00</published><updated>2012-01-12T17:25:40.534-02:00</updated><title type='text'>Afeto e Mediação Familiar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por afeto deve ser entendido tudo o que advém de outrem e afeta o ser humano em suas emoções, ocasionando a erupção de sentimentos muitas vezes descritos enquanto amor, ódio, alegria, felicidade, tristeza. A diferença entre emoções e sentimentos está no fato de que as emoções são instintivas, nascem com os indivíduos, ao exemplo do medo, enquanto os sentimentos são aprendidos e dependem das influências culturais e da simbologia dada às relações humanas em uma determinada comunidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Costuma-se confundir amor com afeto. Não obstante essa confusão coloquial, a diferença está no fato de que o amor é um tipo de afeto, assim como o é, sua antítese, o ódio. Seriam duas faces da mesma moeda, expressos no gênero afeto, pois tanto o amor quanto o ódio afetam o indivíduo e a relação entre ambos é expressamente estabelecida. Quem ama pode odiar e quem odeia pode amar. Essa frase representa uma dualidade que não pode ser esquecida, especialmente ao se tratar da seara de conflitos familiares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nesse ponto que a mediação familiar alcança o seu &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;locus&lt;/i&gt; funcional. Muitas vezes confundida com um mero “aconselhamento”, no qual qualquer pessoa dotada de boa vontade estaria apta a interagir para resolver a crise afetiva, a mediação familiar e sucessória requer o conhecimento e o domínio da técnica mediativa. Requer a possibilidade de se aplicar conhecimentos&amp;nbsp;interdisciplinares, dentro de uma perspectiva que envolva outras áreas do conhecimento, notadamente a Psicanálise, a Psicologia, a Psiquiatria e a Sociologia. &lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essa interconexão de áreas é que faz a mediação familiar ser um espaço de difícil acesso, muitas vezes relegado ao segundo plano formativo, tendo em vista que os escritórios de prática jurídica&amp;nbsp;dos cursos&amp;nbsp;lançam seus olhares ao tecnicismo jurisdicional processual, na maior parte dos casos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;O vislumbre de novos espaços de atuação mediativa pode interessar ao neonato jurista por se tratar da perspectiva tão sonhada da realização profissional, a englobar valores existenciais recompensadores do mister de mediador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 2;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Para tanto, há que se simplificar a penumbra encobridora da mediação familiar, demonstrando como sua tecnologia está ao alcance de todos e pode permitir um atuar&amp;nbsp;profissional independente da esfera jurisdicional, com liberdade e celeridade em face das demandas familiares apresentadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1408299449030105700-1041152557570939221?l=amor-direito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1408299449030105700/posts/default/1041152557570939221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1408299449030105700/posts/default/1041152557570939221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amor-direito.blogspot.com/2012/01/afeto-direito-e-mediacao-familiar.html' title='Afeto e Mediação Familiar'/><author><name>Rodrigo Marthinez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03936116728908610783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_LLkThUmrlpU/S3dvp54g8PI/AAAAAAAAAIU/FM2XS24q818/S220/foto.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1408299449030105700.post-6143059072063412976</id><published>2012-01-08T16:33:00.004-02:00</published><updated>2012-01-19T00:02:07.726-02:00</updated><title type='text'>Amar Direito, AmorDireito</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt; font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Todos os relacionamentos afetivos começam pelo prazer. Não há relação duradoura entre seres humanos que persista sem o prazer convivido entre as partes. Nada mais sublime e feliz do que o surgimento do amor, da sensação de ser amado, da idealização do companheiro, da fantasia de estar realizado com o objeto do amor ao seu lado.&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Segundo Freud, o nascimento transforma os indivíduos em seres faltantes, em busca constante de um estado de prazer, conforto e completude uterina que não mais será atingido, salvo na vivência do amor. Mas para amar, precisa-se do outro, daí o paradoxo dessa busca, pois assim como no outro se encontra o prazer, nele também está o desprazer. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Num tempo de amores líquidos e ficantes, em que se estabelece o modelo descartável dos afetos, as dificuldades em desenvolver relacionamentos duradouros e construtivos tornam evidente que o outro ainda continua sendo a peça fundamental da busca pelo prazer, mas não mais se tolera os aspectos de desprazer de sua presença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Desse modo, assim como o prazer será o modulador inicial das relações, ele também será o modulador final delas. Sem prazer, pela ausência do outro, ou com desprazer, pelas contingências sofridas com o modo de vida atual, surge a crise dos relacionamentos e a chamada terapêutica para repensar os caminhos, por meio da Terapia Individual do Afeto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Por outro lado, para aqueles que conseguiram construir relacionamentos felizes e virtuosos, as coisas são diferentes. Aqui as bases do relacionamento firmaram raízes fortes e maduras o suficiente para a criação de uma linha do tempo duradoura e conjunta entre duas pessoas. Nesses casos, o paradoxo é que a própria linha do tempo acaba por criar desgastes naturais da convivência, perceptíveis somente ao longo da caminhada. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A esses casais, aparenta haver dois caminhos estabelecidos. Por um lado, chegou a hora de repensar a relação, para que as construções da linha do tempo sejam reavaliadas e que uma nova agenda de prazeres e conquistas seja criada. Nesses casos, o repensar da relação está embasado em todo o prazer e respeito conquistado mutuamente, perante o qual, a crise de ausência de prazer atual, ou mesmo desprazer, são aspectos pontuais a serem corrigidos com apoio profissional. Aqui o foco não é no problema havido na relação, mas não construção criativa de soluções aptas a gerar um novo ciclo virtuoso de crescimento afetivo a ambos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Não obstante, por outro lado, deve ficar claro que o foco da Mediação Positiva de Casais não é salvar relacionamentos. Isso poderá acontecer se as partes assim o desejarem no transcorrer dos trabalhos da mediação. Caso contrário, o caminho será outro, será o de positivar soluções acordadas para uma nova fase de vida qualitativa diversa para ambos. Aqui o escopo será de apoio da mediação às transformações da relação do casal em relação de amizade, de maneira que ambos possam manter-se em equilíbrio, mesmo trilhando caminhos diferentes a partir de então, com o desfazimento do vínculo e resolução mediada de todas as conseqüências jurídicas desse ato. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; line-height: 150%;"&gt;Isso pode demandar que, cada qual após a separação inicie sua Terapia Individual do Afeto e redefina em terapia novos caminhos de afetividade para a sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1408299449030105700-6143059072063412976?l=amor-direito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1408299449030105700/posts/default/6143059072063412976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1408299449030105700/posts/default/6143059072063412976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://amor-direito.blogspot.com/2012/01/amar-direito-amordireito.html' title='Amar Direito, AmorDireito'/><author><name>Rodrigo Marthinez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03936116728908610783</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_LLkThUmrlpU/S3dvp54g8PI/AAAAAAAAAIU/FM2XS24q818/S220/foto.jpg'/></author></entry></feed>
